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5 previsões econômicas para 2º semestre de 2017 que vão influenciar o mercado imobiliário.

Postada em 02/06/2017 às 22:57:48

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5 previsões econômicas para 2º semestre de 2017 que vão influenciar o mercado imobiliário.
Previsões Econômicas Animadoras


Nos últimos meses, as notícias com relação ao mercado imobiliário têm sido mais animadoras, mostrando que a crise que atingiu o setor já está mais fraca e que a retomada do crescimento está voltando. É claro que o cenário ainda não é dos mais favoráveis, já que o país continua em recessão. Mas as boas notícias dos últimos meses estão fazendo com que a confiança neste mercado volte aos poucos. Com isso, há também o aumento de expectativas para os negócios nos próximos meses, levando a previsões mais otimistas no 2ª  semestre de 2017. Veja quais são as principais perspectivas para os meses que estão por vir e como elas podem impactar o setor imobiliário: Queda na inflação Com toda certeza, um dos principais motivos que fez com que o mercado imobiliário ficasse retraído foi a inflação, que voltou com força nos últimos anos. Mas, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permite que os negócios voltem a ficar mais aquecidos. A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo, aos poucos. E as notícias são ainda mais animadoras, uma vez que para 2017, a previsão para a inflação é de( - ) 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação. E não para por aí. O presidente do Banco Central já informou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,0% estipulada para o próximo ano. Taxa de juros desacelerada Não tem como negar que a alta da taxa de juros fez com que muitas pessoas repensassem a compra da casa própria nos últimos tempos. Isso porque quando a taxa é mantida alta, o crédito fica mais difícil, o que acaba inibindo o consumo e a injeção de capital das empresas no mercado, fatores que movimentam a economia. No entanto, informações do mercado financeiro para o próximo ano dão conta de que a estimativa da taxa de juros é de 8%, o que presume uma queda maior em 2017. Isso irá fazer com que o consumidor fique mais confiante no mercado, podendo investir em bens de consumo mais caros, como os imóveis. Aliás, essa melhora no mercado imobiliário já vem sendo notada, de acordo com o Raio-X FipeZAP do 2º trimestre de 2017. Essa pesquisa mostrou, por exemplo, que o consumidor não vem mais classificando o preço da casa própria como muito alto, como na avaliação anterior. Crescimento do PIB A recuperação do mercado imobiliário está diretamente relacionada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), visto que é esse índice que acompanha o comportamento da economia brasileira, assim como mostra todos os bens e serviços feitos no Brasil. Diante disso, a previsão é favorável para o novo ano, uma vez que o Banco Central acredita em um cenário mais satisfatório em 2017 do que aquele vivido em 2016. Para que se tenha ideia, a instituição prospecta um crescimento de 1,5% nos próximos meses. E não é só isso. De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo nesse ano para ter um crescimento positivo em 2018. Desta forma, o fundo estima um avanço de 1,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão. Aumento nos investimentos Com as perspectivas positivas desses órgãos, a projeção fica favorável, também, em outros indicadores, que voltam a crescer. Com isso, os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 5% ante uma queda de 8,7% em 2016. Diminuição do número de desempregados Com o aumento da empregabilidade, todos os setores da economia também sofrem grande influencia. E a boa notícia para 2º semestre de 2017, de acordo com economistas, é que o desemprego deve ceder. Essa mudança também deverá influenciar positivamente o mercado imobiliário, visto que as possibilidades em relação à condição financeira permitem que as pessoas comprem mais, aquecendo a atividade econômica.

Fonte: Capital Economics

Fonte: Capital Economics

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